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Especialista afirma que alunos acham chata a sala de aula sem tecnologia

A palestra da professora Maria Inês Fini, doutora em Educação e responsável, em 2002, pela criação e coordenação do ENEM, foi a que mais empolgou os 3 mil professores da rede pública e privada que participam do primeiro dia do 2° Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.


Logo na abertura da conferência, com o tema “Tecnologia não é Pedagogia”, um vídeo mostrava que os jovens estão acompanhando a evolução tecnológica de forma rápida, utilizando ferramentas como MP3, redes sociais, videogames e celulares para se atualizarem. Por outro lado, apresentava a sala de aula convencional, apenas com giz e o quadro-negro, deixando claro o paradoxo que os educadores enfrentariam sem acompanhar a evolução do mundo. 

Em seguida, a professora Maria Inês Fini discutiu os recursos tecnológicos como apoio ao aprendizado em sala de aula e mostrou que o aluno não acompanha ou não se interessa por uma escola que não está conectada ao mundo em que ele vive. “O aprendizado não pode estar distante da realidade do estudante, sob risco de parecer chata e sem graça. As políticas públicas devem estar direcionadas para a garantia do acesso à tecnologia nas escolas”, explica. 

No conceito mais abrangente de aprendizado, o acesso não significa conhecimento, pois se assim fosse, o aluno nem precisaria ir à escola. “Você tem hoje a possibilidade de acesso ilimitado à informação. A educação está ao alcance de todos”, citou Maria Inês Fini. Sua própria apresentação, com recursos em vídeo, mostrava a interação que se pode ter com o público, quando bem utilizados os meios digitais. 

Para a educadora, o professor faz a mediação entre transformar informação em conhecimento e o aluno é interpretado como alguém com autonomia de pensamento e disciplina. Se o professor domina as linguagens da informática e conhecimentos acerca do desenvolvimento cognitivo, então dominará as linguagens de educação, sendo a tecnologia não uma substituta da pedagogia, mas sim sua aliada. Aprender na era digital é desenvolver estruturas de inteligência, transformando informação em conhecimento”, finalizou. 

Fonte: http://www.congressotecnoeducacional.com.br/

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